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por jorge c., em 09.05.18

A comunidade sente-se mais feliz em festa. O inverno foi longo e, com ele, os mal-entendidos, os desentendimentos, a reclusão, o ressentimento. Ao primeiro sinal de festa, a vila respira de alívio, sorri, diz bom dia, brinda, embriaga-se. À noite, a tradicional pancadaria. Foi um bom regresso.

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Aproxima-se mais uma mudança nas exposições temporárias do Museu. É preciso desmontar, devolver, arrumar, para que logo se desenhe um novo prolongamento da sua vida. Sinto sempre uma imensa melancolia no dia da desmontagem. A efemeridade das exposições obriga-nos a aceitar o irrepetível. Digamos que é como um fim de dia. 

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Regressei à banda sonora de "I Am Sam", que devolve o espanto poético à música dos Beatles. A poesia ganha sempre novas vidas quando as palavras recuperam a força ou quando a ganham pela primeira vez. Vem-me à memória, assim de repente, a forma ainda bem mais hesitante com que Ben Harper diz "I think, er, no, I mean, er, yes/ But it's all wrong/ That is I think I disagree". Mas é melhor ter cuidado com estas heterodoxias. Os dias não estão de feição à discórdia. 

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